Com chope n?o se brinca. Este é o lema dos fanáticos pela bebida que se aglomeram em bares de diferentes regi?es do país para degustar um cremoso e refrescante chope. Para eles, a loirinha (ou ruivinha, ou moreninha) merece muito carinho e cuidado para que chegue com perfeiç?o ? mesa. N?o é ? toa que bares investem pesado no maquinário e seguem fielmente um receituário com os ?mandamentos? do bom chope. Para descobrir estes e outros ?segredos?, conversamos com Ronaldo Camelo, proprietário do bar paulistano Dona Flor, de onde saem cerca de 1.600 chopes por dia.
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