GUWAHATI, Índia, 27 out (AFP) - Elefantes que beberam cerveja de arroz além da conta, esmagaram tr?s pessoas e feriram outras duas num povoado do estado indiano de Assam (nordeste), declararam nesta quarta-feira guardas florestais.
Doze elefantes entraram na terça-feira no povoado de Marongi, onde beberam vários litros da cerveja que estava guardada em jarras. Os elefantes ficaram b?bados e em seguida passaram por cima de tudo que estava em seu caminho, matando uma mulher e dois homens.
Este foi o último incidente deste tipo na regi?o, que neste momento está na temporada de fabricaç?o da cerveja de arroz. Segundo dados oficiais, os elefantes mataram pelo menos 150 pessoas em Assam nos últimos cinco anos, enquanto os alde?es sacrificaram cerca de 200 animais. Em 1999, data do último censo, Assam tinha 5.400 elefantes, o que representava a metade da populaç?o de paquidermes da Índia, cujo ecossistema foi reduzindo progressivamente por causa dos assentamentos humanos.
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quinta-feira, outubro 28, 2004
sexta-feira, outubro 22, 2004
Criado site para o maior bebedor do mundo...
Dizem que esse cara é o maior bebedor do mundo, eu nao sei, continuo achando que o maior expoente nessa categoria é o nosso amigo Zeca Pagodinho (apesar de eu nao ser fa de samba e pagode). Em todo caso vale a pena dar uma olhadinha, afinal, o cara tem potencial!!!
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quinta-feira, outubro 14, 2004
Cachaça para comer
enviado pelo pingófilo Ze Celso
É costume de muitos brasileiros tomar uma dose de cachaça antes do almoço. Os adeptos argumentam que a pinga abre o apetite e torna o ato de comer mais agradável. Com tamanha aceitaçao, é difícil entender porque a bebida raramente é utilizada na culinária. A "branquinha", que foi símbolo de resistencia dos brasileiros frente aos colonizadores portugueses, parece nao agradar as cozinheiras, que recusam a empregá-la no preparo de seus quitutes. A razao é desconhecida. Segundo especialistas, o motivo mais provável pode ser preconceito, pois a cachaça, antes bebida de escravos, sempre esteve ligada a pessoas de menor renda.
De qualquer maneira, a pinga, além de alegrar coraçoes, pode enriquecer muitos pratos, como mostra o jornalista Mauro Marcelo Alves no livro "O Espírito da Cachaça". Além de cozinha, o autor entende muito de bebidas, tendo publicado "Vinho do Porto - Muito Prazer!" e "Vinhos - A Arte da França". Mineiro de Caetanópolis, afirma ser degustador de uma boa cachaça desde a década de 60, quando nem sonhava em ser crítico de gastronomia, atividade que exerceu depois no "Jornal da Tarde", na "Revista Veja Sao Paulo" e no "Guia Quatro Rodas".
(...)
Comprar uma boa pinga é importante. Na hora da escolha, prefira aguardentes de cana que tenham sido acondicionados em tonéis de madeira. Sacuda a garrafa para ver se a bebida forma um colar de borbulhas. Ao colocar no copo, observe se sua consistencia está licorosa, que é o ideal. Confie no seu nariz. Se tem cheiro de cana-de-açúcar, a cachaça é "da boa". Uma pinga de qualidade, quando em contato com as papilas gustativas, deve ser macia e nao pode queimar a garganta. O principal: pinga boa nao dá ressaca.
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É costume de muitos brasileiros tomar uma dose de cachaça antes do almoço. Os adeptos argumentam que a pinga abre o apetite e torna o ato de comer mais agradável. Com tamanha aceitaçao, é difícil entender porque a bebida raramente é utilizada na culinária. A "branquinha", que foi símbolo de resistencia dos brasileiros frente aos colonizadores portugueses, parece nao agradar as cozinheiras, que recusam a empregá-la no preparo de seus quitutes. A razao é desconhecida. Segundo especialistas, o motivo mais provável pode ser preconceito, pois a cachaça, antes bebida de escravos, sempre esteve ligada a pessoas de menor renda.
De qualquer maneira, a pinga, além de alegrar coraçoes, pode enriquecer muitos pratos, como mostra o jornalista Mauro Marcelo Alves no livro "O Espírito da Cachaça". Além de cozinha, o autor entende muito de bebidas, tendo publicado "Vinho do Porto - Muito Prazer!" e "Vinhos - A Arte da França". Mineiro de Caetanópolis, afirma ser degustador de uma boa cachaça desde a década de 60, quando nem sonhava em ser crítico de gastronomia, atividade que exerceu depois no "Jornal da Tarde", na "Revista Veja Sao Paulo" e no "Guia Quatro Rodas".
(...)
Comprar uma boa pinga é importante. Na hora da escolha, prefira aguardentes de cana que tenham sido acondicionados em tonéis de madeira. Sacuda a garrafa para ver se a bebida forma um colar de borbulhas. Ao colocar no copo, observe se sua consistencia está licorosa, que é o ideal. Confie no seu nariz. Se tem cheiro de cana-de-açúcar, a cachaça é "da boa". Uma pinga de qualidade, quando em contato com as papilas gustativas, deve ser macia e nao pode queimar a garganta. O principal: pinga boa nao dá ressaca.
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segunda-feira, outubro 11, 2004
O Segredo da Boa Pinga
Casos de sucesso
enviado por Ze Celso
O pesquisador Carlos Rosa n?o entendia nada de cachaça e mal havia visto um alambique na vida. Hoje detém em seu laboratório o segredo da boa pinga.
Os amantes da cachaça s?o verdadeiros românticos. Acreditam que seu preparo é uma arte misteriosa e maravilhosa e que seu sabor o resultado de diferenças sutis entre a água, o ar e o gosto da cana. Na verdade, produzir cachaça é mais científico do que parece. Para investigar os agentes de fermentaç?o da cachaça artesanal mineira o microbiologista Carlos Rosa do Instituto de Ci?ncias Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais visitou cerca de 90 alambiques mineiros.
Cada vez que bebemos a branquinha, comemoramos nossa simbiose com o mais industrial dos microorganismos domesticados, o fungo Saccharomyces cerevisiae
que, além de ser o principal agente de fermentaç?o na produç?o de p?es e bebidas, é também um organismo experimental padr?o em laboratórios de Genética. Foi o que constatou o Professor Carlos Rosa ao fazer a caracterizaç?o do processo de fermentaç?o: o microbiologista isolou e identificou pelo menos 2500 linhagens de S. cerevisiae das cahacarias artesanais do estado. Apesar de parecer apenas um humilde fungo unicelular o S. cerevisiae é um organismo bem parecido conosco, de acordo com a análise comparativa de seu genoma com o genoma humano. Alguns de seus genes s?o relacionados a genes humanos implicados em doenças genéticas ou em câncer. Na verdade, sempre foi um organismo bem quisto pelos biólogos, que o usam como um modelo para investigar a biologia de organismos mais evoluídos, pois possuem um núcleo e assim pertencem ao reino biológico dos eucariotos (Eukaryota), um grupo que inclui os seres humanos.
Prosseguindo com sua pesquisa, o Professor Carlos Rosa verificou que o reinado do S. cerevisiae na produç?o artesanal de cachaça n?o era absoluto: só começa a predominar 4 ou 5 dias depois do início da fermentaç?o. Na verdade, outros fungos s?o mais freqüentes inicialmente, como o Kloeckera e um primo distante do S. cerevisiae, o Schizosaccharomyces pombe. A equipe do Professor Carlos Rosa também encontrou outros fungos em menores proporç?es, como o Candida sake, o principal microorganismo envolvido na fermentaç?o do sake que é também muito utilizado no biocontrole de doenças de plantaç?es de frutas. Já o S. pombe predominava nas cachaças consideradas de pior qualidade. O pesquisador descobriu que as linhagens de S. cerevisiae encontradas nas cachaças mineiras possuíam características em comum: toleravam níveis elevados de açúcar e etanol, cresciam rapidamente e produziam quantidades adequadas dos compostos orgânicos voláteis que adicionam o sabor ? bebida.
Os produtores de cachaça acreditam que uma mistura de fubá e outros condimentos adicionados ao caldo de cana é que inicia o processo de fermentaç?o. Na verdade a fermentaç?o da cachaça é iniciada pelo S. cerevisiae que é introduzido por insetos que visitam os locais de fermentaç?o. Embora desconheça a exist?ncia do ingrediente mais precioso na produç?o da bebida o típico produtor aceita, sem questionar, que a fermentaç?o é a alma do negócio. Mas como os alambiques n?o selecionam previamente as linhagens de S. cerevisiae para a fermentaç?o da sua cachaça, a variaç?o de sabor e qualidade entre cada safra é muito alta. N?o existe controle de qualidade por n?o haver métodos de avaliaç?o e de reproduç?o de um padr?o superior da bebida. Para resolver a quest?o, a equipe do pesquisador Carlos Rosa criou um clube de degustadores que se reúne todas as quartas no Instituto de Ci?ncias Biológicas da UFMG para avaliar e comparar cachaças produzidas com linhagens de S. cerevisiae e condiç?es pré-selecionadas com as cachaças produzidas artesanalmente. O objetivo é determinar e mensurar, usando o método científico, os parâmetros indicadores de uma boa pinga.
Graças ao trabalho do Professor Carlos e sua equipe, hoje algumas cachaças mineiras podem contar com métodos modernos de isolamento e manutenç?o das linhagens de S. cerevisiae que lhe conferem um sabor e qualidade característica. Ao utilizar linhagens pré-selecionadas de S. cerevisiae o produtor poderá padronizar o processo de fermentaç?o e conseqüentemente obter safras de sabor e qualidade reproduzíveis. O processo certamente impactará na profissionalizaç?o da produç?o de cachaça para consumo nacional e para exportaç?o. A pesquisa foi financiada pela Fapemig.
Formais ou informais, os produtores poder?o ter na pesquisa do Professor Carlos Rosa soluç?es que os tornem aptos a competir no mercado, sem abrir m?o dos segredos que fazem de cada cachaça uma bebida única: a sua linhagem específica de S. cerevisiae.
Publicaç?es:
Guerra JB, Araujo RAC, Pataro C, Franco GR, Moreira ESA, Mendonça-Hagler LC, Rosa CA
Genetic diversity of Saccharomyces cerevisiae strains during the 24 h fermentative cycle for the production of the artisanal Brazilian cachaca
MICROBIOL 33 (2): 106-111, 2001
LETT APPL
Gomes FCO, Pataro C, Guerra JB, Neves MJ, Correa SR, Moreira ESA, Rosa CA
Physiological diversity and trehalose accumulation in Schizosaccharomyces pombe strains isolated from spontaneous fermentations during the production of the artisanal Brazilian cachaca
CAN J MICROBIOL 48 (5): 399-406, 2002
Links:
Informaç?o sobre o genoma do S. cerevisiae:
http://www.yeastgenome.org/
Instituto de Ci?ncias Biológicas da UFMG
http://www.icb.ufmg.br/
dose completa aqui
enviado por Ze Celso
O pesquisador Carlos Rosa n?o entendia nada de cachaça e mal havia visto um alambique na vida. Hoje detém em seu laboratório o segredo da boa pinga.
Os amantes da cachaça s?o verdadeiros românticos. Acreditam que seu preparo é uma arte misteriosa e maravilhosa e que seu sabor o resultado de diferenças sutis entre a água, o ar e o gosto da cana. Na verdade, produzir cachaça é mais científico do que parece. Para investigar os agentes de fermentaç?o da cachaça artesanal mineira o microbiologista Carlos Rosa do Instituto de Ci?ncias Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais visitou cerca de 90 alambiques mineiros.
Cada vez que bebemos a branquinha, comemoramos nossa simbiose com o mais industrial dos microorganismos domesticados, o fungo Saccharomyces cerevisiae
que, além de ser o principal agente de fermentaç?o na produç?o de p?es e bebidas, é também um organismo experimental padr?o em laboratórios de Genética. Foi o que constatou o Professor Carlos Rosa ao fazer a caracterizaç?o do processo de fermentaç?o: o microbiologista isolou e identificou pelo menos 2500 linhagens de S. cerevisiae das cahacarias artesanais do estado. Apesar de parecer apenas um humilde fungo unicelular o S. cerevisiae é um organismo bem parecido conosco, de acordo com a análise comparativa de seu genoma com o genoma humano. Alguns de seus genes s?o relacionados a genes humanos implicados em doenças genéticas ou em câncer. Na verdade, sempre foi um organismo bem quisto pelos biólogos, que o usam como um modelo para investigar a biologia de organismos mais evoluídos, pois possuem um núcleo e assim pertencem ao reino biológico dos eucariotos (Eukaryota), um grupo que inclui os seres humanos.
Prosseguindo com sua pesquisa, o Professor Carlos Rosa verificou que o reinado do S. cerevisiae na produç?o artesanal de cachaça n?o era absoluto: só começa a predominar 4 ou 5 dias depois do início da fermentaç?o. Na verdade, outros fungos s?o mais freqüentes inicialmente, como o Kloeckera e um primo distante do S. cerevisiae, o Schizosaccharomyces pombe. A equipe do Professor Carlos Rosa também encontrou outros fungos em menores proporç?es, como o Candida sake, o principal microorganismo envolvido na fermentaç?o do sake que é também muito utilizado no biocontrole de doenças de plantaç?es de frutas. Já o S. pombe predominava nas cachaças consideradas de pior qualidade. O pesquisador descobriu que as linhagens de S. cerevisiae encontradas nas cachaças mineiras possuíam características em comum: toleravam níveis elevados de açúcar e etanol, cresciam rapidamente e produziam quantidades adequadas dos compostos orgânicos voláteis que adicionam o sabor ? bebida.
Os produtores de cachaça acreditam que uma mistura de fubá e outros condimentos adicionados ao caldo de cana é que inicia o processo de fermentaç?o. Na verdade a fermentaç?o da cachaça é iniciada pelo S. cerevisiae que é introduzido por insetos que visitam os locais de fermentaç?o. Embora desconheça a exist?ncia do ingrediente mais precioso na produç?o da bebida o típico produtor aceita, sem questionar, que a fermentaç?o é a alma do negócio. Mas como os alambiques n?o selecionam previamente as linhagens de S. cerevisiae para a fermentaç?o da sua cachaça, a variaç?o de sabor e qualidade entre cada safra é muito alta. N?o existe controle de qualidade por n?o haver métodos de avaliaç?o e de reproduç?o de um padr?o superior da bebida. Para resolver a quest?o, a equipe do pesquisador Carlos Rosa criou um clube de degustadores que se reúne todas as quartas no Instituto de Ci?ncias Biológicas da UFMG para avaliar e comparar cachaças produzidas com linhagens de S. cerevisiae e condiç?es pré-selecionadas com as cachaças produzidas artesanalmente. O objetivo é determinar e mensurar, usando o método científico, os parâmetros indicadores de uma boa pinga.
Graças ao trabalho do Professor Carlos e sua equipe, hoje algumas cachaças mineiras podem contar com métodos modernos de isolamento e manutenç?o das linhagens de S. cerevisiae que lhe conferem um sabor e qualidade característica. Ao utilizar linhagens pré-selecionadas de S. cerevisiae o produtor poderá padronizar o processo de fermentaç?o e conseqüentemente obter safras de sabor e qualidade reproduzíveis. O processo certamente impactará na profissionalizaç?o da produç?o de cachaça para consumo nacional e para exportaç?o. A pesquisa foi financiada pela Fapemig.
Formais ou informais, os produtores poder?o ter na pesquisa do Professor Carlos Rosa soluç?es que os tornem aptos a competir no mercado, sem abrir m?o dos segredos que fazem de cada cachaça uma bebida única: a sua linhagem específica de S. cerevisiae.
Publicaç?es:
Guerra JB, Araujo RAC, Pataro C, Franco GR, Moreira ESA, Mendonça-Hagler LC, Rosa CA
Genetic diversity of Saccharomyces cerevisiae strains during the 24 h fermentative cycle for the production of the artisanal Brazilian cachaca
MICROBIOL 33 (2): 106-111, 2001
LETT APPL
Gomes FCO, Pataro C, Guerra JB, Neves MJ, Correa SR, Moreira ESA, Rosa CA
Physiological diversity and trehalose accumulation in Schizosaccharomyces pombe strains isolated from spontaneous fermentations during the production of the artisanal Brazilian cachaca
CAN J MICROBIOL 48 (5): 399-406, 2002
Links:
Informaç?o sobre o genoma do S. cerevisiae:
http://www.yeastgenome.org/
Instituto de Ci?ncias Biológicas da UFMG
http://www.icb.ufmg.br/
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sexta-feira, outubro 01, 2004
Provérbio...
enviado por Ze Celso que sacou essa do
museu da cachaça
Autor: Ascenso Ferreira
Suco de cana caiana passado nos alambiques, pode ser que prejudique, mas bebo toda semana.
Este foi enviado pela Renata
Autor: Desconhecido
"Se voc? nao encontrou sua metade da Laranja, procure sua metade do lim?o, adicione Açucar, Gelo e Vodca e seja feliz!"
museu da cachaça
Autor: Ascenso Ferreira
Suco de cana caiana passado nos alambiques, pode ser que prejudique, mas bebo toda semana.
Este foi enviado pela Renata
Autor: Desconhecido
"Se voc? nao encontrou sua metade da Laranja, procure sua metade do lim?o, adicione Açucar, Gelo e Vodca e seja feliz!"
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