quarta-feira, março 01, 2006

Se recupere da ressaca do carnaval

Se o seu maior desejo após o carnaval é se recuperar dos
excessos - excesso de bebida alcoólica, excesso de comida e excesso de farra ? ent?o, siga as recomendaç?es que Cyber Diet separou para voc? e cure-se rapidinho!

dose completa aqui

segunda-feira, outubro 17, 2005

Cordel do Fogo Encantado

AI! SE SESSE!...

Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dos se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui Sao Pedro nao abrisse
as portas do céu e fosse,
te dize quarqué toulíce?
E se eu me arriminasse
e se tu cum eu insistisse,
prá qui eu me arrezorvesse
e a minha faca puxasse,
e o buxo do céu furasse?...
Tarvez qui nós dois ficasse
tarvez qui nós dois caísse
e o céu furado arriasse
e as virge tôdas fugisse!!!

Ze da Luz

Mr. Big 9FK - Conheci esse poema do Ze da Luz, no ultimo final de semana, foi o melhor poema que ja ouvi, pra falar num boteco... claro!!!
Uma perola!

quinta-feira, setembro 22, 2005

Cervejaria promete 10 mil litros para quem bater Bayern

A Bitburger Braurei, empresa alem? produtora de cerveja, está fazendo uma promoç?o e vai oferecer 10 mil litros da bebida para o primeiro time que derrotar o Bayern de Munique, líder ainda invicto do Campeonato Alem?o. A informaç?o é da ag?ncia ANSA.

O Bayern, inclusive, alcançou a 15? vitória consecutiva no Nacional, sendo nove pela temporada passada e seis neste ano.

dose completa

Mr. Big 9FK - será que o time do buteco vai faturar?

segunda-feira, setembro 05, 2005

PALAVR?ES TAMBÉM S?O IMPORTANTES

(O texto abaixo é atribuído ao Verissimo, sei lá se isso é verdade, mas ficou bom e reflete plenamente o que as pessoas pensam sobre palavr?es)


(Luís Fernando Veríssimo)

Os palavr?es n?o nasceram por acaso. S?o recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de express?es que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Portugu?s Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a vulgarizaç?o do idioma, mas apenas sua maior aproximaç?o com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoç?es, seu jeito, sua índole.

"Pra caralho? , por exemplo. Qual express?o traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma express?o matemática: A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho", entende?

No g?nero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negaç?o, está o famoso "Nem fudendo!" O "N?o, n?o e n?o!" assim como o "Absolutamente N?o", já soam sem nenhuma credibilidade. O "Nem fudendo" é irretorquível, e liquida o assunto, te libera, com a consci?ncia tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? N?o perca tempo nem paci?ncia. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenç?o, filho querido, NEM FUDENDO!" O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e voc? fecha os olhos e volta a curtir o CD do Caetano Veloso.

Por sua vez, o "Porra nenhuma!" atendeu t?o plenamente ?s situaç?es

onde nosso ego exigia, n?o só a definiç?o de uma negaç?o, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota sen?o com um "é PhD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!" O "porra nenhuma", como voc?s podem ver, nos prov? sensaç?es de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.

Há outros palavr?es igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!" ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!" falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um "Puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios t?m o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "Vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa

e reforçadora derivaç?o "Vai tomar no meio do seu cu!" Voc? já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no meio do seu cu!" Pronto, voc? retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia ? rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto n?o registrar aqui a express?o de maior

poder de definiç?o do Portugu?s Vulgar: "Fudeu!" E sua derivaç?o mais avassaladora ainda: "Fudeu de vez!" Voc? conhece definiç?o mais exata, pungente e arrasadora para uma situaç?o que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicaç?o? Express?o inclusive que, uma vez proferida, insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como, quando voc? está dirigindo b?bado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitaç?o, e ouve uma sirene de polícia atrás de voc? mandando voc? parar: O que voc? fala? "Fudeu de vez!" Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional ? quantidade de "foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "Foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. N?o quer sair comigo? Ent?o "foda-se!" Vai querer decidir essa merda sozinho mesmo? Ent?o "foda-se!" O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituiç?o Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e "Foda-se!".

terça-feira, agosto 30, 2005

Confeiteiro alemao cria trufa recheada com cerveja

ohann Wolf, principal confeiteiro alem?o, anunciou nesta terça-feira a concretizaç?o do que ele considerava um antigo sonho: a fabricaç?o de uma trufa recheada com cerveja.

"Combinar a sutileza do chocolate branco com o sabor amargo da cerveja alem? era um desafio que me custou anos de estudo e dedicaç?o", disse ele, ao apresentar o doce diante de dezenas de jornalistas.

"Sempre quis desafiar o contraste entre chocolate e cerveja. E posso dizer que o resultado foi o melhor possível", disse Wolf.

As trufas s?o feitas artesanalmente, seguindo um processo que a confeitaria de Wolf segue há mais de 50 anos. Ele já criou pelo menos 20 variedades de trufas, entre as quais uma recheada com pimenta. Todas as receitas s?o "secretas", segundo o seu criador.

Os preços variam entre US$ 3 e US$ 15.
fonte que n?o seca: INVERTIA

segunda-feira, agosto 22, 2005

Voce gosta daquelas bolachas de cerveja?

Veja aqui mais de 11000 tipos diferentes de todo o mundo!

http://www.coaster.ch/?lang=en

quinta-feira, agosto 11, 2005

Monges belgas param de fabricar melhor cerveja do mundo

Monges de uma abadia belga foram obrigados a parar de vender sua famosa cerveja, que foi eleita a melhor do mundo, mas se esgotou prontamente pela grande demanda.

A abadia de Saint Sixtus de Westvleteren, no oeste da Bélgica, é casa de cerca de 30 monges cistercienses e trapistas que t?m uma vida de reclus?o, oraç?es, trabalho manual e fabricaç?o de cerveja.

Uma pesquisa de milhares de apaixonados por cerveja de 65 países no site RateBeer Web (www.ratebeer.com), realizada em junho, classificou a cerveja Westvleteren 12 como a melhor do mundo.

Mas a abadia tinha uma limitada capacidade de produç?o e n?o pôde lidar com a repentina popularidade da cerveja.

"Nossa oficina está fechada porque nossa cerveja esgotou", afirmou uma mensagem colocada na secretária eletrônica da abadia.

O local n?o tem a intenç?o de aumentar sua capacidade de produç?o para satisfazer a demanda do mercado. "N?o somos cervejeiros, somos monges. Fazemos cerveja para ter recursos para sermos monges", afirmou um abade no site da abadia.

"Pessoas de fora n?o entendem por que n?o estamos aumentando a produç?o. Mas, para nós, a vida na abadia vem primeiro, n?o a cervejaria", disse o monge Mark Bode ao jornal De Morgen:

fonte: Terra

Mr. Big está pensando em virar monge apenas para pegar a receita desses caras....